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 SUPERCONDUCTING PROXIMITY EFFECT IN THE PRESENCE OF PHASE FLUCTUATION

Seminarista: Dr. LUCIAN COVACI, Universiteit Antwerpen, Belgium

Local e Data: Sala de Seminários, Dia 04/11/11, sexta-feira às 16 horas

ABSTRACT

Lucian Covaci and Francois Peeters
Universiteit Antwerpen, Belgium

Phase fluctuations in high-Tc superconductors are believed to play an important role in the underdoped regime. Various experimental measurements (Nernst effect, STM, resistivity, etc.) suggest that a superconducting state which has a finite order parameter but acquires a disordered phase is responsible for the peculiar properties of the pseudogap regime. Recently, STM measurements [1] on structures made of superconducting LSCO put in contact with a metallic layer (either overdoped LSCO or Au) revealed that the STM gap located at the Fermi level survives above the superconducting critical temperature when the LSCO layer is in the pseudogap phase. The location of the gap remains pinned to the Fermi level even if the nature of the metallic layer is changed (overdoped LSCO or Au). In a previous study [2] we showed that a gap induced by spin density wave order will not follow the Fermi level when the band structure of the metallic layer is modified. One needs an order with Q=0 in order to explain the experimental findings, such an order is the phase fluctuating superconductor. We consider a model in which the mean-field transition temperature is higher than the phase ordering temperature. Regions with size on the order of the coherence length are next considered as spins in a 2D-XY model which will have a lower critical temperature. Using a Monte-Carlo procedure for the 2D-XY model we extract for each temperature a set of phase configurations with which we compute the average LDOS at the surface of the metallic layer. We show that at the phase ordering temperature there is little change in the LDOS gap, similar to experimental findings. Above the phase ordering temperature vortex-antivortex pairs will be unbound and rapid changes of the phase will induce zero energy bound states in the metallic region which will then, on average, fill the LDOS gap. Due to the requirement of large system size needed in order to describe the proximity effect in this system we use the Chebyshev-BdG method [3] previously developed in our group. The Chebyshev-BdG methods is expanded to computations on Graphics Processing Units (GPU) to give impressive speed-up times (on the order of x1000 on a server with three GTX 580 GPUs).

[1] O. Yuli, I. Asulin, Y. Kalcheim, G. Koren, and O. Millo, Phys.
Rev. Lett. 103, 197003 (2009).
[2] G-Q. Zha, L. Covaci, S-P. Zhou and F.M. Peeters, Phys. Rev. B 82,
140502(R) (2010).
[3] L. Covaci, F.M. Peeters and M. Berciu, Phys. Rev. Lett. 105, 167006 (2010).

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Caros colegas e professores, convidamos a todos para o próximo seminário do corpo discente do programa

Programação em paralelo: Visão geral da arquitatura CUDA

Estudante: Leandro Jader Pitombeira Xavier.
Orientador: João Milton Pereira Júnior.
Data: 01/09/2011.
Horário: 13:00h.
Local: Sala de Seminários.

Atenciosamente,
APGF.

Finalmente resolvi sair do Kurumin NG (pelo menos na faculdade, por que em casa ele persiste), que foi minha segunda distribuição Linux, sendo o Kurumin 7 a primeira. Migrei para o Kubuntu, em sua mais nova versão, a Karmic Koala, lançada em outubro deste ano. Eu sempre usei o KDE em casa e na escola, e com o novo Kubuntu, fui apresentado ao KDE 4, que tem, diga-se de passagem, um visual muito bonito e possui muitas funcionalidades que eu gostei, como os Widgets do plasma.

Na faculdade, eu uso um Pentium 4 3.06 GHz na faculdade com 512 MB de memória e uma placa de vídeo Nvidia GeForce 6200. Não parece ser um computador ruim para rodar o KDE 4 não é? O problema é que o computador tem que ficar rodando o DosEmu o tempo todo, por conta de um programa de gerenciamento da “lan house” da Biblioteca do meu curso. Bem, é que dou uma ajuda por lá, e recentemente atualizei todos os PCs do Kurumin NG para Karmic. Não sei se é o DosEmu, mas talvez seja por isso que o sistema fique um pouco lento. Também pode ser o disco rígido, que já deu problemas de no passado, ou ainda a placa de vídeo, que deu problema agora, na atualização… Enfim, pode ser uma série de problemas, uns mais, outros menos, mas creio que sejam mais de um.

No casa da placa de vídeo, o problema foi visual… Explico. Instalei o Karmic, reiniciei o PC e uma tela de gerenciamento de drivers pediu para que eu escolhesse um driver para minha placa da Nvidia. Eu escolhi o que me recomendado, reiniciei o PC e a aceleração gráfica funcionava perfeitamente… no começo. De repente, começou a apresentar riscos pequenos na rela, depois foram borrões, tarjas, manchas amarelas e todo tipo de anomalia gráfica. O sistema continuava funcionando, mas como eu poderia usá-lo com a tela obstruída com aquelas esquisitices? E antes que digam que é defeito da placa, lhes digo que não é, porque eu usava o Kurumin NG, que é baseado no Kubuntu Hardy Heron, e nunca tive tais problemas. Antes que vocês proponham que deveria ter escolhido outra versão, eu o fiz. Haviam três versões disponíveis: 185, 173 e 96. Testei cada uma das três versões reiniciando o PC e sempre acabava com os mesmo problemas, as mesmas riscas, borrões, tarjas e manchas na tela. O que tive a fazer foi desativar os drivers, mas agora estou sem aceleração de vídeo. Só que me ocorreu uma idéia que não havia pensado antes. No Kurumin NG a versão que eu usava do driver era a 169, então eu penso em ir ao site da Nvidia ou se possível conseguir um pacote deb para o Karmic com essa versão do driver. Se tudo der certo, então tá beleza!

Fora isso, às vezes o PC ficava um bocado lento, então resolvi instalar o KDE 3.5 usando uma PPA que mantêm essa versão do KDE para versões do Ubuntu a partir do Intrepid. O bom é que ele instala o KDE 3.5 na pasta /opt/kde3, isolando-o da versão 4 do KDE. Só que agora também estou tendo um problema de lerdeza com o KDE 3.5 durante o login e durante o uso. Em certos momentos, com tarefas simples e leves, como abrir um programa ou mesmo minimizar um, o ponteiro do mouse literalmente trava, e depois de às vezes um ou dois minutos é que o processamento me dá liberdade novamente. Agora mesmo eu estou digitando tranquilamente no Opera, mas se eu tentar abrir uma aba, vai demorar alguns segundos uma tarefa que não deveria tomar mais que alguns décimos. Devido a isso, se o KDE 3.5 não melhorar, serei forçado a: 1) Voltar para KDE 4 e ver se o desempenho melhora; 2) Partir para um ambiente gráfico diferente, como XFCE, Fluxbox ou até mesmo Gnome, se for preciso.

Bem, por hoje é só pessoal! Daqui a algum tempo falarei mais sobre minha experiência com o Karmic, e direi se resolvi meus problemas com minha placa de vídeo e a com a lerdeza do PC. Até!