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CONFERÊNCIA

TÍTULO: Sobre Modificações na Estrutura Geométrica dos Cenários de Branas.
PALESTRANTE: José Euclides Gomes da Silva (Departamento de Física/UFC).
DATA/HORÁRIO: 06/09/2012 (quinta-feira) às 16h.
LOCAL: Sala 3 – Bloco 914 – 1o. andar (Campus do Pici).

RESUMO

O cenário de branas surgiu no final da década de 1990 como uma teoria efetiva de dimensões extras oriundas de teoria de cordas. No entanto, assumindo nosso universo como uma hipersuperfície mergulhada em um espaço-tempo de dimensão maior, foi possível não fomente responder certas questões teóricas em aberto, como o problema da hierarquia entre a força eletrofraca e gravitacional e o valor da constante cosmológica, como também notou-se a possibilidade de existir dimensões extras não-compactas onde os campos de matéria poderiam propagar-se. Em seis dimensões, supondo a brana como um objeto estático e com simetria cilíndrica em relação a dimensão extra não compacta, temos a chamada “brana tipo-corda”. Tal solução já havia sido estudada anos antes em (3+1) dimensões principalmente no tocante às cordas cósmicas. Uma propriedade importante desta solução é que seu vácuo é cônico (não-trivial), com o déficit angular proporcional a massa da corda. Neste seminário iremos esboçar algumas ideias sobre o estudo dos efeitos que parametrizações da variedade transversa a brana tipo-corda tem sobre a geometria da brana e sobre os campos que vivem no entorno da brana. Discutiremos os efeitos da escolha de uma secção de uma versão suavizada do conifold, um orbifold bastante conhecido em teoria de cordas, o chamado conifold resolvido. Além disso, exploraremos o cigar soliton de Hamilton como variedade transversa destacando suas vantagens frente às outras soluções existentes na literatura. Finalizaremos expondo algumas perspectivas, como a utilização de soluções cilindricamente simétricas estacionárias – corda com momentum angular -;introdução de um quebra geométrica da simetria de Lorentz através de uma geometria de Finsler e o estudo de soluções axisimétricas e estacionarias em gravidade de Horava-Lifshtz.

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CONFERÊNCIA

TÍTULO: Sobre Modificações na Estrutura Geométrica dos Cenários de Branas.
PALESTRANTE: José Euclides Gomes da Silva (Departamento de Física/UFC).
DATA/HORÁRIO: 06/09/2012 (quinta-feira) às 16h.
LOCAL: Sala 3 – Bloco 914 – 1o. andar (Campus do Pici).

RESUMO

O cenário de branas surgiu no final da década de 1990 como uma teoria efetiva de dimensões extras oriundas de teoria de cordas. No entanto, assumindo nosso universo como uma hipersuperfície mergulhada em um espaço-tempo de dimensão maior, foi possível não fomente responder certas questões teóricas em aberto, como o problema da hierarquia entre a força eletrofraca e gravitacional e o valor da constante cosmológica, como também notou-se a possibilidade de existir dimensões extras não-compactas onde os campos de matéria poderiam propagar-se. Em seis dimensões, supondo a brana como um objeto estático e com simetria cilíndrica em relação a dimensão extra não compacta, temos a chamada “brana tipo-corda”. Tal solução já havia sido estudada anos antes em (3+1) dimensões principalmente no tocante às cordas cósmicas. Uma propriedade importante desta solução é que seu vácuo é cônico (não-trivial), com o déficit angular proporcional a massa da corda. Neste seminário iremos esboçar algumas ideias sobre o estudo dos efeitos que parametrizações da variedade transversa a brana tipo-corda tem sobre a geometria da brana e sobre os campos que vivem no entorno da brana. Discutiremos os efeitos da escolha de uma secção de uma versão suavizada do conifold, um orbifold bastante conhecido em teoria de cordas, o chamado conifold resolvido. Além disso, exploraremos o cigar soliton de Hamilton como variedade transversa destacando suas vantagens frente às outras soluções existentes na literatura. Finalizaremos expondo algumas perspectivas, como a utilização de soluções cilindricamente simétricas estacionárias – corda com momentum angular -;introdução de um quebra geométrica da simetria de Lorentz através de uma geometria de Finsler e o estudo de soluções axisimétricas e estacionarias em gravidade de Horava-Lifshtz.

Journal Club 2012.2 do Grupo de Teoria Quântica de Campos da UFC.

ESPECTRO DE MASSA PARA A ESFERA FUZZY

Victor Santos – UFC (doutorando)
Data: 13/09/2012, quinta-feira.
Horário: 13h.
Local: departamento de Física – Bloco 924, sala 3.

Resumo

Em teorias de gravitação quântica, é razoável pensar que hajam flutuações no horizonte de eventos de um buraco negro modifique o caráter térmico da radiação Hawking. Podemos suspeitar por exemplo que essa modificação tenha origem na própria estrutura do espaço-tempo, como na chamada abordagem canônica de gravitação quântica. Recentemente foi proposto um modelo para explicar a perda de informação inerente à evaporação de buracos negros, baseado na mudança de topologia de um tipo particular de variedade quântica (quantum manifold) denominada esfera fuzzy (fuzzy sphere). Em contraste com os modelos sugeridos até então, a esfera fuzzy apresenta um espectro de área logarítmico, cujo comportamento contribui de forma significante no processo de emissão de partículas quando o espectro de área se torna essencialmente discreto. Neste trabalho queremos investigar em detalhes os processos de emissão-absorção de partículas, calculando as intensidades das linhas através da chamada regra de ouro de Fermi. Para tanto, neste seminário iremos discutir a primeira parte deste trabalhom que é o cálculo do espectro de massa de um buraco negro (com carga e momento angular) descrito por uma esfera fuzzy.

Será que o Higgs não merecia esse prêmio mais do que eles?
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Serge Haroche, da França, e David Wineland, dos EUA, demonstraram a viabilidade de fazer medições em partículas sem destruir seu estado original – algo até então tido como impossível.

A sutileza do mundo quântico chega a ser cruel. Ao tentar medir o estado de uma única partícula, a tendência é destruí-lo pela simples interação. O Prêmio Nobel em Física deste ano foi para dois pesquisadores que conseguiram driblar essa dificuldade e, com isso, revolucionaram o estudo das regras básicas da natureza que regem as menores escalas. Seu trabalho pioneiro pode culminar no desenvolvimento de supercomputadores capazes de proezas hoje praticamente impossíveis.

Os PremiadosSerge Haroche, do Collège de France e da Ecole Normale Supérieure, em Paris, e David J. Wineland, do National Institute of Standards and Technology (NIST) e da Universidade de Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, vão dividir a láurea e os 8 milhões de coroas suecas destinados à premiação.

Segundo a comissão que decide os vencedores do Nobel, eles foram agradiados por terem desenvolvido “métodos experimentais revolucionários que permitem a medição e manipulação de sistemas quânticos individuais” – algo que até então era tido como praticamente impossível pelos físicos.

O mundo quântico, que diz respeito ao comportamento individual de partículas e subpartículas, é muito diferente da física a que nos acostumamos na vida cotidiana. Sai de cena o mecanicismo clássico newtoniano que rege os objetos manipuláveis e entra um conjunto de regras contraintuitivo e desafiador.

Na mecânica quântica, por exemplo, as partículas não definem seu estado até que sejam observadas. Antes disso, podem – e diz-se que têm – todos os estados possíveis ao mesmo tempo. E a definição, ocasionada pela observação, via de regra, equivale a destruir o estado original.

Haroche e Wineland conseguiram, individualmente, vencer experimentalmente o desafio de conduzir medições em partículas sem destruir o estado quântico original. Assim, puderam examiná-las, controlá-las e contabilizá-las de uma forma antes tida como impossível.

Os dois usaram abordagens diferentes, e complementares, para atingir esse fim. Enquanto Wineland aprisionou átomos com carga elétrica – os ditos íons – em armadilhas e, por meio de partículas de luz – os fótons – conseguiu manipulá-los preservando seu estado quântico, Haroche seguiu o caminho contrário: desenvolveu a técnica de controlar e medir fótons aprisionados ao enviar átomos para uma armadilha.

A pesquisa dos dois está no campo cada vez mais efervescente da óptica quântica, que visa estudar a interação fundamental entre luz e matéria. A ideia é que, no futuro, o entendimento desses aspectos mais delicados e sutis do mundo quântico permitam a criação de supercomputadores capazes de fazer cálculos hoje impossíveis para as máquinas.

Esses computadores quânticos se baseiam na noção de que, com partículas capazes de manter vários estados quânticos ao mesmo tempo, é possível executar diversas operações simultaneamente, acelerando brutalmente o processamento paralelo de informação. Por ora, é um sonho ainda a ser realizado, mas o caminho começou a ser pavimentado por Haroche e Wineland.

Precisão

“O Nobel reconhece a importância de uma linha de pesquisa que permitiu a medida e a manipulação de sistemas quânticos individuais. É possível, hoje em dia, controlar a interação de um único átomo com um único fóton em uma cavidade!”, diz Luiz Davidovich, físico da UFRJ que teve forte colaboração com o grupo de Serge Haroche, desde o início da década de 1980.

“Os resultados obtidos, além de permitirem a demonstração de sutis propriedades do mundo quântico, abrem o caminho para o desenvolvimento do que tem sido chamado de ‘tecnologias quânticas’, que podem levar a avanços consideráveis nas áreas de computação e transmissão de informação.”

Davidovich cita que progressos já foram feitos nesse sentido, atingindo estágio prático. “A comunicação quântica, que utiliza propriedades da física quântica para proteger a transmissão de dados, já tem sido utilizada, por exemplo, na transmissão de votos eleitorais em Genebra.”

Além de Davidovich, outro pesquisador brasileiros que tem laços com Haroche é Paulo Nussenzveig, da USP. Ele fez seu doutorado sob os auspícios do vencedor francês do Nobel. “Fiquei um pouco surpreso por sair nesse ano, tendo em vista que o último prêmio para a área de óptica foi há apenas três anos”, diz. “Mas considero certamente merecido.”

“Tanto o Haroche quanto o Wineland exploraram um terreno inóspito: a ‘fronteira’ entre o mundo quântico e o mundo clássico. Sabemos que existem vários fenômenos físicos que ocorrem na escala microscópica que não observamos no mundo macroscópico. Por que isso ocorre? Conforme vários outros pesquisadores haviam proposto, a interação com o ambiente destrói propriedades quânticas frágeis como a coerência de superposições de estados. Esse fenômeno, chamado de descoerência, era uma teoria até 1996. A partir de então, passou a ser considerado um fenômeno físico, observado em laboratório.”

Fonte: Sociedade Brasileira de Física

O cientista Neil Degrasse Tyson explica de forma divertida como seria a morrer próximo a um Buraco Negro.

O CERN, um dos maiores laboratórios de pesquisa em Física no Mundo, recolocou em funcionamento, no ano de 2009, o grande colisor de prótons “Large Hadron Collider” (LHC).

Dentre os seus diversos programas, o CERN mantém um de Educação, destinado a professores de diversos países da Europa, do qual constam visitas às suas instalações e laboratórios, além de cursos sobre tópicos de Física, ministrados no idioma dos participantes.

No âmbito deste programa de Educação, desde 2007 o CERN tem mantido em suas instalações uma Escola de Física destinada a professores de escolas secundárias portuguesas, na qual são desenvolvidas aulas sobre Física de Partículas e áreas associadas, sessões experimentais e visitas aos laboratórios do CERN.

Para maiores informações, como o Edital e Formulários de incrição vá na página da Escola de Física CERN 2012.

Fonte: Sociedade Brasileira de Física

 SUPERCONDUCTING PROXIMITY EFFECT IN THE PRESENCE OF PHASE FLUCTUATION

Seminarista: Dr. LUCIAN COVACI, Universiteit Antwerpen, Belgium

Local e Data: Sala de Seminários, Dia 04/11/11, sexta-feira às 16 horas

ABSTRACT

Lucian Covaci and Francois Peeters
Universiteit Antwerpen, Belgium

Phase fluctuations in high-Tc superconductors are believed to play an important role in the underdoped regime. Various experimental measurements (Nernst effect, STM, resistivity, etc.) suggest that a superconducting state which has a finite order parameter but acquires a disordered phase is responsible for the peculiar properties of the pseudogap regime. Recently, STM measurements [1] on structures made of superconducting LSCO put in contact with a metallic layer (either overdoped LSCO or Au) revealed that the STM gap located at the Fermi level survives above the superconducting critical temperature when the LSCO layer is in the pseudogap phase. The location of the gap remains pinned to the Fermi level even if the nature of the metallic layer is changed (overdoped LSCO or Au). In a previous study [2] we showed that a gap induced by spin density wave order will not follow the Fermi level when the band structure of the metallic layer is modified. One needs an order with Q=0 in order to explain the experimental findings, such an order is the phase fluctuating superconductor. We consider a model in which the mean-field transition temperature is higher than the phase ordering temperature. Regions with size on the order of the coherence length are next considered as spins in a 2D-XY model which will have a lower critical temperature. Using a Monte-Carlo procedure for the 2D-XY model we extract for each temperature a set of phase configurations with which we compute the average LDOS at the surface of the metallic layer. We show that at the phase ordering temperature there is little change in the LDOS gap, similar to experimental findings. Above the phase ordering temperature vortex-antivortex pairs will be unbound and rapid changes of the phase will induce zero energy bound states in the metallic region which will then, on average, fill the LDOS gap. Due to the requirement of large system size needed in order to describe the proximity effect in this system we use the Chebyshev-BdG method [3] previously developed in our group. The Chebyshev-BdG methods is expanded to computations on Graphics Processing Units (GPU) to give impressive speed-up times (on the order of x1000 on a server with three GTX 580 GPUs).

[1] O. Yuli, I. Asulin, Y. Kalcheim, G. Koren, and O. Millo, Phys.
Rev. Lett. 103, 197003 (2009).
[2] G-Q. Zha, L. Covaci, S-P. Zhou and F.M. Peeters, Phys. Rev. B 82,
140502(R) (2010).
[3] L. Covaci, F.M. Peeters and M. Berciu, Phys. Rev. Lett. 105, 167006 (2010).

Nesta quarta-feira, dia 21 de Setembro de 2011, às 13:15hs, na Sala 03, Francisco Wellery Silva apresentará o trabalho intitulado:

Controlled molecular rectifier

Silva, F.W. N.; Souza, F. M.; Mendes Filho, J.; Sousa, J.S. e Saraiva-Souza, A
Departamento de Física, Universidade Federal do Ceará, CEP 60450-900, Fortaleza, CE, Brasil.
Instituto de Física, Universidade Federal de Uberlândia, CEP 38400-902, Uberlândia, MG, Brasil

ABSTRACT: Neste trabalho estudaremos sistemas moleculares constituídos por grupos aceitadores e doadores de elétrons espaçados por um anel mesoiônico. Este sistema molecular tem despertado interesse devido ao seu potencial para o desenvolvimento de dispositivos opto-eletrônico orgânicos. Em particular, o anel mesoiônico pode operar como um eficiente canal de condução entre doador-aceitador, evidenciado por resultados experimentais recentes. Utilizando técnicas Ab initio baseadas em Hartree-Fock (HF), calculamos a distribuição de carga ao longo da estrutura sob ação de um campo elétrico externo, momento de dipolo e os orbitais moleculares de fronteira (HOMO-LUMO). Além disso, fizemos cálculos ZINDO/S-CI com 220 configurações em média (singleto/tripleto). A distribuição de carga molecular é comparada com a corrente elétrica via um modelo fenomenológico de tunelamento ressonante. Observamos que a transferência eletrônica é fortemente afetada pelo anel mesoinônico. À medida em que um campo elétrico é aplicado no sentido A→D, elétrons são injetados no anel. A injeção de carga apresenta plateaus seguidos de ressonâncias como função do campo elétrico. Para campos suficientemente altos a quantidade de carga injetada no anel tende a um plateau de saturação no grupo D. Verificamos também que neste processo o anel funciona como mediador de carga mantendo a taxa de operação entre os grupos DA. Portanto, o anel apresenta características de um gate. Este comportamento de operação bastante acentuado é incomum para o tamanho da ponte sendo normalmente presente nos FETs macroscópicos.

DEFESA DE DOUTORADO

Daniel de Matos Alves

Métodos computacionais aplicados no estudo de fármacos

Data da defesa: 16/09/2011
Orientador: Alejandro Pedro Ayala

Banca Examinadora:
– Alejandro Pedro Ayala – UFC
– Silveti Coradi Guerini – UFMA
– Waldeci Paraguassu Feio – UFPA
– Paulo de Tarso Cavalcante Freire – UFC
– José Alves de Lima Júnior – UFC

Nesta quarta-feira, dia 14 de Setembro de 2011, às 13:15hs, na Sala 03, Levi Leite apresentará o trabalho intitulado

Estudo de ligas coloidais em um confinamento quasi-unidimensional

L. R. Leite, G. A. Farias e W. P. Ferreira

ABSTRACT: Estudar a organização espontânea de colóides ou nanocristais em superredes é de importância científica pois facilita a compreensão de processos de aglomeração em sistemas com dimensionalidade reduzida, bem como fenômenos físicos em sistema moleculares que ocorrem de forma similar em sistemas coloidais. Como exemplo, pode-se citar a transição vítrea, transições de fase, nucleação. Além disso, a auto-organização de sistemas coloidais é de grande interesse para a fabricação de dispositivos funcionais. Em particular, a junção de dois tipos de nanocristais formando uma superrede binária de nanocristais (SRBN) tem atraído bastante atenção tanto devido ao seu baixo custo, como por obter uma larga variedade de novos materiais (metamateriais). Estas suspensões coloidais surgem devido ao comportamento semelhante ao de átomos e moléculas, apresentando como vantagens ser de fácil manipulação, são visualizados mais facilmente, e seu potencial de interação pode ser experimentalmente controlado com facilidade. Como é sabido, efeitos de tamanho finito são de grande importância e desempenham um forte papel na determinação de diversas propriedades físicas de aglomerados de partículas, principalmente em sua estrutura. O presente trabalho tem como objetivo caracterizar a estrutura, formação de agregados coloidais, de uma SRBN através de um modelo bidimensional que consiste uma mistura binária de partículas carregadas, positivamente e negativamente, confinadas por um potencial externo do tipo parabólico ao longo de uma dada direção (sistema quasi-unidimensional). As partículas carregadas interagem através de um potencial coulombiano blindado (do tipo Yukawa) e de um potencial repulsivo de curto alcance, para representar a dimensão das partículas e evitar que as mesmas se superponham em um mesmo ponto. O sistema apresenta uma rica variedade de estruturas com padrão periódico ao longo do canal, pressupondo assim vários possíveis agregados para o sistema. A estrutura do sistema é caracterizada em função de sua densidade, bem como de sua estequiometria (razão entre o número de cargas positivas e negativas). As diversas configurações de equilíbrio foram obtidas numericamente (método Monte Carlo), bem como analiticamente. Um diagrama de fase da estequiometria do sistema em função da densidade é obtido.